O
deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) criticou a decisão do
presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), de
anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e
avaliou como um “ato teatrológico” e “autoritarismo delirante”.
O
parlamentar tucano lembrou que a decisão foi tomada por uma ampla
maioria dos parlamentares e o presidente interino não poderia nunca de
forma unilateral acolher um pedido feito pelo advogado-geral da União,
José Eduardo Cardozo. De acordo com Pedro, a sessão foi legítima
observado rigorosamente o rito pelo Supremo Tribunal e disse acreditar
que essa ação não irá atrapalhar o rito do impeachment.
Waldir
Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara depois que o
Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando
da casa legislativa. Pedro lembrou que o seu partido não votou em Cunha
para presidir a Câmara e sempre defendeu a sua saída da presidência.
“Já
me posiciono desde o ano passado contra Eduardo Cunha, pela sua saída
da presidência da Câmara. Diferente do que tentaram fazer, acredito que
não podemos confundir o pedido de impeachment com esse processo de
corrupção. Corrupção não se compara se pune”, declarou Pedro Cunha Lima,
referindo-se ao que tentam fazer os militantes do PT, quando
desqualificam a legitimidade do processo na Câmara, devido à condição de
Eduardo Cunha como presidente.
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