O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) votou nessa segunda-feira
(12) pela cassação do mandato do ex-presidente da Câmara dos Deputados,
Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por quebra de decoro parlamentar. O processo
contra o peemedebista foi aberto após ter dito que não possuía contas
bancárias secretas na Suíça. Para Pedro, o Parlamento tem que dar
exemplo de transparência.
“Está provado que o deputado Eduardo
Cunha tem contas no exterior. Vivemos uma mudança que não tolera mais o
antigo jeitinho. Mentiu na CPI, deve ser cassado”, disse o deputado.
Pedro
chegou a fazer um discurso na Câmara pelo afastamento de Eduardo Cunha
da presidência da Câmara. O parlamentar paraibano pediu que Cunha
deixasse a presidência para que um outro deputado, com isenção, pudesse
comandar os trabalhos.
O deputado lembrou ainda que o apoio do
PSDB a eleição do novo presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) passou pela
condição de que o processo de cassação de Eduardo Cunha não fosse
engavetado.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
PRF flagra deputado com R$ 24 mil em mala e material de campanha
O deputado estadual Mauro Savi (PSB) foi encaminhado nesta
segunda-feira (12) para uma unidade da Polícia Federal, em Sinop, a 503
km de Cuiabá, após ser flagrado com mais de R$ 24 mil em uma mala e
material de campanha eleitoral dentro do carro dele. No veículo, além do
parlamentar, estavam um agente de trânsito e um motorista. Os três
foram encaminhados à delegacia e devem prestar depoimento.
Ao G1, o deputado alegou que o dinheiro é para gastos pessoais e que tem o comprovante do saque feio em uma agência bancária. Ainda segundo ele, o material de campanha é do atual prefeito de Sorriso e candidato à reeleição, Dilceu Rossato (PSB). O parlamentar informou ainda que é apoiador da campanha e que possui nota fiscal do material. Já Dilceu Rossato atendeu à reportagem, mas se negou a comentar o assunto.
Ao G1, o deputado alegou que o dinheiro é para gastos pessoais e que tem o comprovante do saque feio em uma agência bancária. Ainda segundo ele, o material de campanha é do atual prefeito de Sorriso e candidato à reeleição, Dilceu Rossato (PSB). O parlamentar informou ainda que é apoiador da campanha e que possui nota fiscal do material. Já Dilceu Rossato atendeu à reportagem, mas se negou a comentar o assunto.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Silvio Santos tira a roupa no palco de seu programa no SBT
Silvio Santos protagonizou uma divertida cena durante a gravação de seu programa que irá ao ar neste domingo, 11, no SBT.
O apresentador simulou uma troca de roupas em pleno palco do programa após não gostar de ver sua imagem no vídeo. Ele trocou o paletó branco com calça creme por um terno preto com gravata borboleta.
O apresentador simulou uma troca de roupas em pleno palco do programa após não gostar de ver sua imagem no vídeo. Ele trocou o paletó branco com calça creme por um terno preto com gravata borboleta.
“Que
roupa feia. Escolhi muito mal. Porcaria de roupa. Olha aí, branco com
creme. Não fica bem essa roupa. Não pode mudar? Pode tirar? Não gostei
dessa roupa”, brincou Silvio antes de decidir simular a mudança de
roupa no palco. Na sequência ele tirou o paletó, a gravata, o microfone,
o cinto da calça, relógio, anéis e a pulseira ao som de gritos do
auditório e com música de stripper.Em outro momento da atração, após a música Negro Gato ser descoberta no quadro “Descubra a Música”, Silvio brincou: “Quem
é esse aí? O Roberto Carlos? Aquele Roberto Carlos que trabalha só uma
vez por ano? Eu falei que é só ficar aposentado que começa a mudar tudo.
Ele trabalha uma vez por ano só, na Globo. Não é possível, ele está
muito diferente hoje”.
Senador Raimundo Lira descarta disputar Presidência do Senado
O senador paraibano Raimundo Lira (PMDB) afastou, nesta sexta-feira
(9), a possibilidade de disputar a Presidência do Senado para o biênio
2017/2018.
Em entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, ex-coordenador da comissão do impeachment no Senado revelou que tem sido assediado por parlamentares, legendas e até blocos partidários no sentido dele entrar na disputa para suceder Renan Calheiros, mas ele já anunciou apoio a Eunício Oliveira, atual líder do PMDB, para o posto.
“Sempre que sou abordado sobre essa possibilidade eu digo que não posso e nem quero que esses movimentos sejam estimulados, pois fui o primeiro a indicar Eunício Oliveira, afirmou.
Em entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, ex-coordenador da comissão do impeachment no Senado revelou que tem sido assediado por parlamentares, legendas e até blocos partidários no sentido dele entrar na disputa para suceder Renan Calheiros, mas ele já anunciou apoio a Eunício Oliveira, atual líder do PMDB, para o posto.
“Sempre que sou abordado sobre essa possibilidade eu digo que não posso e nem quero que esses movimentos sejam estimulados, pois fui o primeiro a indicar Eunício Oliveira, afirmou.
Médicos retiram quatro pólipos do intestino de Cássio Cunha Lima
O senador Cássio Cunha Lima passou por cirurgia, nesta sexta-feira
(9), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo para retirada de pólipos do
intestino.
De acordo com o senador tucano, a cirurgia, realizada pelo gastroenterologista Sérgio Nahas, foi bem sucedida.
Cássio tranquilizou os paraibanos sobre o problema de saúde e disse que quatro pólipos que foram retirados do seu intestino tem aspectos benignos.
O parlamentar, que tirou licença de 121 dias no Senado para tratamento de saúde, agradeceu o apoio dos paraibanos pela sua recuperação.
“Muito obrigado pela torcida e oração de todos”, declarou Cássio.
De acordo com o senador tucano, a cirurgia, realizada pelo gastroenterologista Sérgio Nahas, foi bem sucedida.
Cássio tranquilizou os paraibanos sobre o problema de saúde e disse que quatro pólipos que foram retirados do seu intestino tem aspectos benignos.
O parlamentar, que tirou licença de 121 dias no Senado para tratamento de saúde, agradeceu o apoio dos paraibanos pela sua recuperação.
“Muito obrigado pela torcida e oração de todos”, declarou Cássio.
Empresário paraibano é o novo namorado de Marília Mendonça
O coração da cantora Marília Mendonça, fenômeno da música sertaneja
brasileira, já tem dono. E é de um paraibano. Trata-se do empresário da
ramo de entretenimento Yugnir Ângelo, sobrinho da esposa do jogador
Hulk.
Marília conheceu o empresário durante uma turnê de shows na Paraíba. Os dois já assumiram publicamente o romance, e a cantora já tem data para retornar ao estado no dia 23 de outubro, quando será realizado o ‘Festeja’, evento que reunirá os grandes nomes da música sertaneja na atualidade.
Mesmo com a distância, o casal vem tentando conciliar as agendas, já que a cantora reside em Goiânia e frequentemente viaja para realizar shows no país.
Recentemente, a cantora comemorou um ano de carreira ao lado de amigos e familiares em uma grande festa na cidade de Goiânia.
MaisPB
Marília conheceu o empresário durante uma turnê de shows na Paraíba. Os dois já assumiram publicamente o romance, e a cantora já tem data para retornar ao estado no dia 23 de outubro, quando será realizado o ‘Festeja’, evento que reunirá os grandes nomes da música sertaneja na atualidade.
Mesmo com a distância, o casal vem tentando conciliar as agendas, já que a cantora reside em Goiânia e frequentemente viaja para realizar shows no país.
Recentemente, a cantora comemorou um ano de carreira ao lado de amigos e familiares em uma grande festa na cidade de Goiânia.
MaisPB
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Dez partidos anunciam voto a favor da cassação do mandato de Eduardo Cunha
Pelo menos dez partidos na Câmara dos Deputados afirmaram que suas
bancadas comparecerão a Brasília e votarão em peso a favor da cassação
do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 19h da próxima segunda (12).
Ouvidos pela Folha, líderes de PT, PSDB, PSB, DEM, PRB, PDT, PC do B, PPS, PSOL e Rede disseram, em linhas gerais, que serão mínimas em suas bancadas as ausências ou votos para inocentar o ex-presidente da Câmara ou aplicar uma punição mais branda a ele.
Essas dez legendas somam 238 deputados, 19 a menos do que o mínimo necessário de 257 votos para que o mandato de Cunha seja cassado.
Mas a tendência é a de haver um aporte não desprezível de votos pró-cassação também no PMDB –a maior legenda da Casa, com 66 cadeiras– e nos partidos do chamado “centrão” (PP, PR, PTB e PSD, entre outros), sempre mais alinhados com o deputado peemedebista.
Desse grupo, os líderes do PMDB, PR e PTB não deram garantia de presença expressiva de suas bancadas.
“Tenho uns 800 mil comícios marcados para a segunda, mas vou tentar ir”, diz Jovair Arantes (PTB-GO), aliado de Cunha.
A votação é aberta e tem potencial de repercutir nas eleições municipais de outubro, pleito em que os congressistas permanecem completamente envolvidos, seja em candidaturas próprias ou apoiando aliados.
O temor de deputados de declararem apoio a Cunha é evidente hoje na Câmara.
A Folha ouviu líderes de 17 das 23 principais bancadas. Nenhum deles manifestou abertamente voto a favor do peemedebista.
ESTRATÉGIAS
Cunha e seus aliados, porém, demonstram não ter desistido de evitar a cassação.
Além de cartas e ligações para congressistas, Cunha estimulou aliados a tentar esvaziar a sessão da segunda-feira com o objetivo de evitar a obtenção dos 257 contrários ou adiá-la para depois da eleição municipal.
Nos últimos dias, porém, há a tentativa de emplacar na sessão novas regras que permitiriam a votação de uma punição mais branda do ex-presidente da Casa, como a suspensão do mandato.
Para isso, porém, é preciso que apoiadores de Cunha formem a maioria dos presentes na sessão.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (6) que irá rejeitar as propostas de mudança no formato da votação, mas que a palavra final será do plenário.
“Não haverá nenhuma decisão isolada minha. Qualquer decisão seguirá o regimento da Casa e será sempre respaldada pela maioria do plenário”, disse.
Folha de São Paulo
Ouvidos pela Folha, líderes de PT, PSDB, PSB, DEM, PRB, PDT, PC do B, PPS, PSOL e Rede disseram, em linhas gerais, que serão mínimas em suas bancadas as ausências ou votos para inocentar o ex-presidente da Câmara ou aplicar uma punição mais branda a ele.
Essas dez legendas somam 238 deputados, 19 a menos do que o mínimo necessário de 257 votos para que o mandato de Cunha seja cassado.
Mas a tendência é a de haver um aporte não desprezível de votos pró-cassação também no PMDB –a maior legenda da Casa, com 66 cadeiras– e nos partidos do chamado “centrão” (PP, PR, PTB e PSD, entre outros), sempre mais alinhados com o deputado peemedebista.
Desse grupo, os líderes do PMDB, PR e PTB não deram garantia de presença expressiva de suas bancadas.
“Tenho uns 800 mil comícios marcados para a segunda, mas vou tentar ir”, diz Jovair Arantes (PTB-GO), aliado de Cunha.
A votação é aberta e tem potencial de repercutir nas eleições municipais de outubro, pleito em que os congressistas permanecem completamente envolvidos, seja em candidaturas próprias ou apoiando aliados.
O temor de deputados de declararem apoio a Cunha é evidente hoje na Câmara.
A Folha ouviu líderes de 17 das 23 principais bancadas. Nenhum deles manifestou abertamente voto a favor do peemedebista.
ESTRATÉGIAS
Cunha e seus aliados, porém, demonstram não ter desistido de evitar a cassação.
Além de cartas e ligações para congressistas, Cunha estimulou aliados a tentar esvaziar a sessão da segunda-feira com o objetivo de evitar a obtenção dos 257 contrários ou adiá-la para depois da eleição municipal.
Nos últimos dias, porém, há a tentativa de emplacar na sessão novas regras que permitiriam a votação de uma punição mais branda do ex-presidente da Casa, como a suspensão do mandato.
Para isso, porém, é preciso que apoiadores de Cunha formem a maioria dos presentes na sessão.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (6) que irá rejeitar as propostas de mudança no formato da votação, mas que a palavra final será do plenário.
“Não haverá nenhuma decisão isolada minha. Qualquer decisão seguirá o regimento da Casa e será sempre respaldada pela maioria do plenário”, disse.
Folha de São Paulo
PAULADAS E PEDRADAS: Estuprador é espancado até a morte por vizinhos em Teresina
Um homem de 31 anos foi linchado por moradores do povoado Água Fria,
no município de Campo Maior, distante 80 km de Teresina (PI). O suspeito
tinha passagem por diversos crimes, principalmente, por estupro. Entre
as vítimas, estão uma criança de 11 anos e uma idosa de 75. O homem foi
morto com pauladas e pedradas na cabeça.
Muitas pessoas da comunidade tinham medo de Antonio Manuel da Conceição Nascimento, o Bodão, principalmente, as mulheres. Segundo o pai do homem, ele havia sido condenado a oito anos de prisão, dos quais cumpriu cinco na cadeia.
De acordo com o delegado Laércio Evangelista, responsável pelo caso, a polícia estava com o mandado de prisão para prender Nascimento por mais um crime de estupro. Porém, ele foi assassinado antes de ser preso.
Na noite de sábado (3), Nascimento estava bebendo em um bar com amigos. O dono do estabelecimento fechou o local para ir embora para casa, mas os homens permaneceram no bar consumindo bebida alcoólica.
Durante uma discussão, Nascimento começou a ser agredido. Ele tentou correr, mas caiu num campinho em frente ao bar, onde foi assassinado com pedradas e pauladas na cabeça.
R7
Muitas pessoas da comunidade tinham medo de Antonio Manuel da Conceição Nascimento, o Bodão, principalmente, as mulheres. Segundo o pai do homem, ele havia sido condenado a oito anos de prisão, dos quais cumpriu cinco na cadeia.
De acordo com o delegado Laércio Evangelista, responsável pelo caso, a polícia estava com o mandado de prisão para prender Nascimento por mais um crime de estupro. Porém, ele foi assassinado antes de ser preso.
Na noite de sábado (3), Nascimento estava bebendo em um bar com amigos. O dono do estabelecimento fechou o local para ir embora para casa, mas os homens permaneceram no bar consumindo bebida alcoólica.
Durante uma discussão, Nascimento começou a ser agredido. Ele tentou correr, mas caiu num campinho em frente ao bar, onde foi assassinado com pedradas e pauladas na cabeça.
R7
Presidente ouve protestos e gritos de “Fora, Temer” em desfile cívico
Uma semana após ser efetivado no cargo, o presidente Michel Temer
participa nesta quarta-feira do desfile de 7 de Setembro na Esplanada
dos Ministérios, em Brasília. Temer tornou-se presidente efetivo no
último dia 31, após a ex-presidente Dilma Rousseff sofrer um processo de
impeachment no Senado.
Parte do público presente ao desfile entoou gritos de “fora, Temer” na chegada do presidente à tribuna de honra de onde ele irá assistir ao evento. A arquibancada de onde partiu o protesto está posicionada próxima à do presidente, do lado oposto da pista da Esplanada dos Ministérios por onde passará o desfile.
É o primeiro evento público de Temer após ser efetivado. Na semana passada, o presidente viajou para a China para a Cúpula do G20, de onde só retornou nesta terça-feira (6).
O presidente abriu oficialmente o desfile do 7 de Setembro às 9h15. Na cerimônia, o comandante militar do Planalto pede autorização ao presidente para dar início ao desfile. “Autorização concedida”, foram as únicas palavras de Temer ao microfone.
A reportagem também ouviu gritos de “golpista” vindos do público. Em seguida, uma parte menos ruidosa do público puxou o coro de “a nossa bandeira jamais será vermelha”, aparentemente numa crítica ao PT e em apoio ao governo do PMDB.
Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios conta com um efetivo de cerca de 3 mil homens na segurança do evento, entre policiais militares, militares, bombeiros, agentes de trânsito e policiais civis. O policiamento está reforçado nas áreas próximas ao local do desfile e em prédios públicos espalhados pela Esplanada.
“Se tiver manifestação contra o governo nós vamos retirar [os manifestantes da arquibancada]”, disse um dos seguranças.
Questionado pela reportagem sobre se essa era uma ordem do Palácio do Planalto, o agente pediu que a área de imprensa da Presidência fosse procurada. A reportagem enviou um e-mail para a assessoria de imprensa do Planalto, mas ainda não obteve resposta.
“É um absurdo. É nossa liberdade de expressão”, afirmou Gabriela Almeida, 20, aluna do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP (Universidade de São Paulo).
Além de proibir qualquer tipo de protesto, os seguranças confiscaram uma bandeira do Brasil na qual os jovens haviam escrito a palavra “golpe”. Manifestantes contrários ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff têm classificado o processo como “golpe”.
UOL
Parte do público presente ao desfile entoou gritos de “fora, Temer” na chegada do presidente à tribuna de honra de onde ele irá assistir ao evento. A arquibancada de onde partiu o protesto está posicionada próxima à do presidente, do lado oposto da pista da Esplanada dos Ministérios por onde passará o desfile.
É o primeiro evento público de Temer após ser efetivado. Na semana passada, o presidente viajou para a China para a Cúpula do G20, de onde só retornou nesta terça-feira (6).
O presidente abriu oficialmente o desfile do 7 de Setembro às 9h15. Na cerimônia, o comandante militar do Planalto pede autorização ao presidente para dar início ao desfile. “Autorização concedida”, foram as únicas palavras de Temer ao microfone.
A reportagem também ouviu gritos de “golpista” vindos do público. Em seguida, uma parte menos ruidosa do público puxou o coro de “a nossa bandeira jamais será vermelha”, aparentemente numa crítica ao PT e em apoio ao governo do PMDB.
Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios conta com um efetivo de cerca de 3 mil homens na segurança do evento, entre policiais militares, militares, bombeiros, agentes de trânsito e policiais civis. O policiamento está reforçado nas áreas próximas ao local do desfile e em prédios públicos espalhados pela Esplanada.
Protestos proibidos no desfile
Seguranças que trabalham no desfile de 7 de Setembro em Brasília confiscaram uma bandeira de um grupo de estudantes e os informaram que eles seriam retirados das arquibancadas caso insistissem em algum tipo de manifestação crítica ao governo.“Se tiver manifestação contra o governo nós vamos retirar [os manifestantes da arquibancada]”, disse um dos seguranças.
Questionado pela reportagem sobre se essa era uma ordem do Palácio do Planalto, o agente pediu que a área de imprensa da Presidência fosse procurada. A reportagem enviou um e-mail para a assessoria de imprensa do Planalto, mas ainda não obteve resposta.
“É um absurdo. É nossa liberdade de expressão”, afirmou Gabriela Almeida, 20, aluna do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP (Universidade de São Paulo).
Além de proibir qualquer tipo de protesto, os seguranças confiscaram uma bandeira do Brasil na qual os jovens haviam escrito a palavra “golpe”. Manifestantes contrários ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff têm classificado o processo como “golpe”.
UOL
William Bonner quer deixar o 'JN' e migrar para o entretenimento
Após muitas polêmicas envolvendo Fátima Bernardes e William Bonner,
agora tudo indica que realmente há possibilidade do jornalista deixar o
“Jornal Nacional”.
Segundo o colunista Ricardo Noblat, o jornalista está cansado de apresentar o principal telejornal da Globo — e do Brasil — há 20 anos. Bonner assumiu a bancada do “JN” em 1996.
Internamente, o âncora já manifestou a vontade de sair do jornalismo e migrar para o entretenimento, exatamente como fez a sua ex-esposa, Fátima Bernardes, que comanda o “Encontro” desde junho de 2012.
Caso mude de área na Globo, William Bonner poderá fazer merchandisings. A ideia do profissional é ampliar o próprio salário.
Nos bastidores há rumores que indicam que Evaristo Costa, do “Jornal Hoje”, e Rodrigo Bocardi, do “Bom Dia São Paulo”, são os mais cotados para assumir a vaga de Bonner no “Jornal Nacional”.
Notícias Ao Minuto
Segundo o colunista Ricardo Noblat, o jornalista está cansado de apresentar o principal telejornal da Globo — e do Brasil — há 20 anos. Bonner assumiu a bancada do “JN” em 1996.
Internamente, o âncora já manifestou a vontade de sair do jornalismo e migrar para o entretenimento, exatamente como fez a sua ex-esposa, Fátima Bernardes, que comanda o “Encontro” desde junho de 2012.
Caso mude de área na Globo, William Bonner poderá fazer merchandisings. A ideia do profissional é ampliar o próprio salário.
Nos bastidores há rumores que indicam que Evaristo Costa, do “Jornal Hoje”, e Rodrigo Bocardi, do “Bom Dia São Paulo”, são os mais cotados para assumir a vaga de Bonner no “Jornal Nacional”.
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